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sábado, 19 de novembro de 2011

Entrevista com o Sargento Dornelles - passeio a Brigada Militar - 3º e 5º anos

ONDE OS CÃES ATUAM?
Sargento Dornelles da Brigada Militar
- Em estádios de futebol, praças... eles farejam explosivos e entorpecentes. Mas não fazem salvamento, isto é com o Corpo de Bombeiros, que a propósito, também tem cães que ajudam no trabalho.

COMO SÃO ESCOLHIDOS OS CÃES?
- Os cães são tirados de um canil ou podem ser doados por qualquer pessoa. Então é feita uma seleção. Por exemplo: se a gente bate palmas e o cachorro sai correndo, é porque é medroso e não serve para ataque. Se a gente joga um galho e o cachorro não vai buscar, é porque não tem interesse e não serve para farejar.

QUAIS AS RAÇAS DE CÃES QUE ATUAM JUNTO A POLÍCIA?
- Pastor alemão, labrador, rottweiler e pastor belga malinois.

COMO FUNCIONA A ROTINA DE TREINAMENTO?
- O cão só descansa depois de conseguir realizar o treinamento, senão fica acostumado e não dá o melhor de si. Também não damos recompensa, só carinho e elogios.

COMO TREINAR O FARO?
- Colocando os odores em bolas, como o cheiro de uma droga, para o cão ir buscar.

QUAIS OS EQUIPAMENTOS USADOS NOS TREINOS?
- No treinamento utilizamos uma guia para adestrar e um colar enforcador. Quando o cão é filhote, e vai para longe da mãe, ela o pega pelo pescoço para leva-lo de volta. O colar enforcador funciona do mesmo modo, e é por isso que o utilizamos. Quando o cão faz uma coisa errada, nós apertamos a corrente para corrigi-lo.

EXISTE RISCO NO TREINO?
- Sempre tem. É como andar de moto: quem anda um dia vai cair. Faz parte da profissão.

OUTRO ANIMAL PODERIA REALIZAR O SERVIÇO DO CÃO?
- É difícil. Só os cavalos talvez.

É MAIS FÁCIL TREINAR A FÊMEA OU O MACHO?
- A fêmea, ela é mais tranquila.

É DIFÍCIL TREINAR OS CÃES?
- Não é difícil, tem que ter paciência.

QUEM TREINA OS CÃES É POLICIAL?
- Sim, cada policial tem seu cão e tem de treina-lo.

ALGUM CACHORRO JÁ AGREDIU UM POLICIAL?
- Não. Durante o treinamento não.

OS CACHORROS TEM IDENTIFICAÇÃO PARA DIZER QUE SÃO DA POLÍCIA?
- Não. Mas em termos de segurança temos até colete a prova de balas para cães.

QUAL A DIETA DOS CÃES? O QUE COMEM?
- Ração. Os adultos 600 gramas de ração. Eles não podem trabalhar com o estômago cheio.

EM ALGUM CASO O CACHORRO NÃO SE ADAPTOU A VIDA NA POLÍCIA?
- Vem da mão do adestrador. Nós pegamos o cão bem novinho e o socializamos.

QUANTOS CÃES SÃO INTEGRANTES DA BRIGADA MILITAR ATUALMENTE? EXISTE UM LIMITE PARA ESTE NÚMERO?
- Atualmente temos 35 cães. O limite é 38, devido ao número de boxs.

QUAL A RAÇA MAIS OBEDIENTE?
- O pastor alemão é mais fácil de adestrar, mas todos são obedientes.

O QUE FAZEM COM OS CÃES QUANDO FICAM VELHOS?
- É uma escala. Eles vivem em média até os 8 anos, e se não ficarem com o último adestrador, repassamos para uma pessoa que queira adota-lo.

Treinamento de cães na Brigada Militar

O 3º e 5º anos fizerem um passeio a Brigada Militar, para ver os cães policiais.  

Esta é uma demonstração de treinamento com os cães:



Confira na próxima postagem uma exclusiva entrevista com o sargento Dornelles!

Aranha comendo inseto no acampamento do 3º e 5º anos!

Acampamento Ensino Fundamental - 3º e 5º anos - 2011
ENCONTRAMOS UMA ARANHA NA TRILHA NOTURNA, E O SAMIR (PROF. DE AGROECOLOGIA) JOGOU UM INSETO EM SUA TEIA! FOI O MAIOR BARATO!


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O pião do acampamento - Ensino Fundamental

Nos divertimos jogando pião no acampamento. Confira abaixo o vídeo do prof de Agroecologia, Samir, jogando pião. Ele é profissional!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Passeio no Centro Cultural Érico Verríssimo - Exposição ''Na Tomada'' - 5° Ano - 15/04/11






Dia 15 de Abril, Porto Alegre acordou com um céu nublado, pois na noite do dia 14 havia tido uma enorme tempestade. Para a nossa sorte, abriu um Sol maravilhoso e as poças d’água secaram rapidamente. Continuamos nossa manhã normalmente, até as 10:00 horas, quando lanchamos, desta vez, na Escola. Tinha milho, suco de uva, manga e maça. Logo depois, partimos para o passeio. A van do Carlos já estava a postos estacionada na frente da Escola. Embarcamos na van – meninas atrás, meninos na frente – e partimos para o centro da cidade na Rua dos Andradas – também conhecida como Rua da Praia – onde fica o Centro Cultural Érico Veríssimo, e por tempo determinado, a Exposição ‘’Na Tomada’’ – Revolução, Conforto e Evolução.


Quando chegamos, o Carlos nos largou numa Rua próxima ao CCCEV, porque este fica na parte onde a Rua da Praia é calçadão, e por isso, os carros não trafegam lá. Fomos caminhando até lá enquanto ele estacionava a van. Chegando ao Centro Cultural, admiramos a vitrine com uma prévia da exposição. Era um banheiro antigo, com uma banheira, patinho de borracha, espelho, foto de galã de novela ainda exibida em preto e branco, secador de cabelos antigo, cremes, sabonetes, revista, tudo das décadas de 50, 60 e 70. A recepcionista nos disse que a exposição ficava no 2º andar do prédio. Subimos de elevador, e, quando chegamos lá, nos deparamos com uma parede gigantesca, que ia do 2º ao último andar, lotada de círculos uns dentro dos outros. Eles eram feitos de, nada mais nada menos do que 10.000 lagartixas de plástico! A guia nos mostrou a exposição. Na primeira sala, havia vários eletrodomésticos como geladeira, liquidificador, moedor de carne e fogão, tudo do tempo da vovó. A exposição também contava com diversos anúncios antigos. As propagandas dos produtos tinham bem ortografia antiga e eram muitos engraçados. Prometiam facilitar a vida de qualquer dona de casa. Muitos ainda impressos em preto e branco. Lá também tinha armários de vidro com barbeadores e acessórios antigos, além de vitrolas e televisões.

Seguimos para o acervo permanente da história da eletricidade. A sua evolução, desde os postes de luz á gás, até a energia elétrica. Depois, conferimos o Mergs – Museu da Eletricidade do Rio Grande do Sul. Logo que você entra, passando por uma cortina, um sensor é acionado e você ouve um barulho de trovões, junto com painéis que projetam os raios na imagem da Cidade. É a partir daí que você tem uma noção do princípio da eletricidade – os raios. O Museu é cercado de peças interativas, como carrinhos movidos a luz solar – onde você coloca uma lâmpada em cima deles e os faz andar – uma máquina onde você gira a manivela e leva um choque nos dedos – isso é o que eu chamo de ‘’sentir’’ a eletricidade! Também tinha um enorme cubo, onde, entrando dentro, poderíamos pedalar uma bicicleta e fazer acender várias luzes. Quando mais luzes ligássemos, mais cansativo ficaria faze-las funcionar! Vimos um cabo de energia elétrica que não prejudicaria as árvores que encostassem nele, entre outras coisas. No centro da sala tinha uma experiência para demonstrar como funciona a energia hidrelétrica. Você aciona um botão e uma máquina lá em cima faz ‘’chover’’. Assim, se enche a represa, onde é formada a energia, por meio das ‘’turbinas’’, fazendo a lâmpada acender.

Depois, vimos um filminho muito interessante sobre as fontes e formas de se fazer energia. A Hidrelétrica, Termoelétrica, entre outras. E depois, um vídeo com dicas de segurança da CEEE – Companhia Estadual de Energia Elétrica – como não fazer instalações sem chamar um técnico e não brincar com pipas perto de fios da rede elétrica.

Já era 12:00, o Carlos nos aguardava. Agradecemos a visita, caminhamos até a van e voltamos para a Escola recheados de conhecimento.

Veja mais no blog: http://cccev.blogspot.com/2011/04/alunos-da-escola-amigos-do-verde.html

Texto elaborado por: Gabriela Jarzynski - 5° Ano.

Passeio ao Iate Clube Guaíba - 5° Ano 1°/4/11


Dia 1º de Abril, tivemos uma manhã nublada, com muitas nuvens no céu e uma chuva rápida, que logo passou. Nosso passeio ao Iate Clube Guaíba poderia ser cancelado, se a chuva não parasse e o tempo continuasse feio. Mas a chuva foi ficando mais fina, e logo se esgotou totalmente. Iriamos fazer nosso passeio! Nos juntamos na Roda Inicial, harmonizamos, combinamos algumas coisas e começamos a nos organizar até as 9:00 – horário que iriamos partir, já que o Iate Clube fica na Zona Sul de Porto Alegre, muito longe da Escola. Nós, as gurias, pegamos as caixas e garrafões contendo o nosso lanche: biscoitos com sabor de uvas passas, coco e castanhas, água e suco de laranja para acabar com a sede. Pegamos nossos copos e partimos para a vã do Carlos – motorista da combe lá da escola – o Guilherme, o Pedro e o João ficaram lá na frente, a profª Adriza e o Vinícius ficaram nos bancos da fileira do meio e as gurias - a Djey, a Fernanda, eu e a Giovanna – nos acomodamos lá nos bancos de trás. Tudo estava pronto e poderíamos começar o longo caminho até a Zona Sul e lá, passando pelo Shopping, chegaríamos ao Iate Clube Guaíba.


Na vã, logo começamos a nos distrair cantando músicas do Raul Seixas, como Maluco Beleza, Sociedade Alternativa, Como vovó já dizia, Mosca na Sopa, Eu Nasci há dez mil anos atrás, entre outras. Foi muito engraçado ver todo mundo soltando a voz e se divertindo. Tempo depois já dava para sentir pela janela da vã aquele vento leve e gostoso nos cabelos. Aquele vento bem típico desta parte de Porto Alegre, parte da cidade que o adorado Lago Guaíba pertence. A combe andou a alguns metros de distância do Guaíba, já estava abrindo sol no céu e estávamos ansiosos em ver o que íamos aprender, mas tínhamos certeza que esta visita seria muito enriquecedora para o nosso projeto, navegação.

Quando chegamos lá, a primeira coisa que vimos foi uma placa de madeira, que estava escrito em letras gordas: ‘’IATE CLUBE GUÍBA, FUNDADO EM 1930’’. Passamos por uma cancela, o Carlos estacionou a combe, descarregamos nossas coisas e guardamos o lanche em uma das salas do Iate Clube. Lá, alguns funcionários e possíveis marinheiros nos apresentaram o lugar. Eles nos mostraram diferentes tipos de barcos. Vimos barcos feitos para crianças; eles disseram que se pode começar a navegar com oito anos. Existem barcos só para crianças, que suportam na faixa de 30 a 50 quilos. Barcos adaptados para deficientes físicos, barcos usados em competições e barcos a vela. Depois, fomos para perto do Lago Guaíba, onde tinha um trapiche com várias embarcações estacionadas. Eles nos falaram que o barco mais caro poderia custar até 800.000,00 reais. Nos perguntaram como é que poderíamos saber para que lado o vento está soprando só usando o olho e a sensibilidade. Pode ser vendo o movimento das árvores, das nuvens e até as ondas na água. Nos explicaram que um modo bem simples de se saber isto é usar as orelhas. Vá se movimentando lentamente; quando você sentir o vento nas duas orelhas, é este o lado que ele está vindo. Eles ressaltaram que para saber o lado do vento em quando se está navegando, tem de se estar com o barco parado, se não, não dá certo. Seguimos para a loja, onde se vende vários utensílios que auxiliam na navegação. Fomos recebidos pelo vendedor, que nos mostrou um mapa da parte que liga Porto Alegre ao Lago Guaíba. Nos apontou onde fica a Lagoa dos Patos, e Itapuã, que é para onde vamos no Acantonamento, que acontece todos os anos para os alunos da Escola. Ele também disse que o Lago Guaíba é formado pelo Rio Jacuí, Sinos, Caí e Gravataí. E gentilmente nos deu um mapa de Porto Alegre, que vamos colocar em nossa Sala de Aula.

Fomos novamente para o lado de fora, e lá, tivemos uma pequena e divertida aula sobre nós.

Aprendemos a fazer o ‘’Nó Direito’’, e também o ‘’Nó Cego’’, que é o modo errado que se fazer o ‘’Nó Direito’’. Treinamos o ‘’Nó Farde’’ que é o ‘’Nó Simples’’ com uma volta a mais, o ‘’Nó Oito’’, ‘’Nó Carioca’’ e o ‘’Nó do coelho’’. Também aprendemos uma historinha muito legal, que ensina fazer um nó. É a história do Jacaré, por isso ficou ‘’Nó do Jacaré’’; a história é assim: Primeiro, você faz o rio, o jacaré e a árvore. Depois, o jacaré entra no rio, sai, dá uma volta na árvore, e entra no rio de novo. Agora você tem a cabeça e a cauda do jacaré. Puxa as duas pontas ao mesmo tempo e bem forte e pronto. Aprendemos tudo isso tentando, fazendo e refazendo nós, e isto foi muito divertido. Depois de fazer tantos nós diferentes, todo bom marinheiro guarda a sua corda de uma maneira que fique organizado e não ocupe muito espaço. Sendo assim, aprendemos a enrolar a corda para guarda-la.

Depois, lanchamos na sala de aula do Iate Clube. Tomamos muito suco de laranja e acabamos com os biscoitos de uvas passas e coco. Tiramos lindas fotos no barco que eles aviam montado, ou seja, colocado a vela e outros acessórios necessários para o barco andar com segurança. Exploramos este barco, com tudo de tão curioso que ele tinha. Guardamos nosso lanche, pegamos nossos casacos - tínhamos tirado por que tinha esquentado muito - e colocamos na combe. Nos organizamos lá dentro e partimos de volta. Abanamos para as pessoas nas paradas de ônibus, na faixa de pedestres e na rua. Chegamos na escola, arrumamos nossas coisas na mochila e finalizamos a manhã.

Agradecemos a maravilhosa visita ao Iate Clube Guaíba, foi muito divertido, e o aprendizado foi grande. Este é nosso primeiro passeio do ano, de tantos que ainda vamos fazer, mas que este sirva de exemplo para que nossas aulas-passeio sejam sempre proveitosas, divertidas, tranquilas e enriquecedoras como esta foi.

Texto elaborado por: Gabriela Jarzynski - 5° Ano
 
Autumn Leaf